Logo da CBIC
28/01/2020

Construção civil é a locomotiva do crescimento, com emprego e renda

Os mais recentes indicadores da economia comprovam a importância e o potencial da construção civil para induzir a retomada do crescimento econômico e da geração dos empregos tão necessários ao Brasil. Depois de 20 trimestres consecutivos com resultado negativo, em que acumulou retração de 27,7% e perdeu mais de um 1 milhão de trabalhadores com carteira assinada, o setor chegou a outubro de 2019 acumulando 124 mil novas vagas, alavancadas pelo mercado imobiliário. Não há mais dúvida de que é a retomada do investimento que fará a economia crescer de forma sustentada e a construção civil é a atividade com maior potencial para gerar resultados nesse momento.

O potencial da construção civil torna-se exemplar quando consideramos o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil no terceiro trimestre de 2019, com expansão de 0,6% em relação ao segundo trimestre e sinalizando um crescimento de 1,2% da economia brasileira em relação ao mesmo trimestre de 2018. Nesse contexto, a construção civil foi o segmento que registrou o maior crescimento, com 1,3% de expansão, acumulando 4,4%. Combinados, esses indicadores reforçam o que temos defendido há muito tempo: quando a construção civil vai bem, a economia brasileira reage rápido. É PIB na veia do país.

O estímulo ao investimento é uma bandeira que a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) tem empunhado com vigor nos últimos anos. O investimento cria um ciclo virtuoso, ancorado na criação de empregos de qualidade – formal, com renda e direitos garantidos para o trabalhador – e melhoria na prestação de serviços à sociedade. A economia se movimenta com o acesso à renda e não pelo endividamento das famílias.

Reação imediata – É o que temos discutido desde o aprofundamento da crise. A partir do segundo semestre de 2014, muitas iniciativas foram adotadas pelo governo federal para reanimar a economia: focadas no consumo, tais ações deram resultados modestos e pontuais, alimentando a incerteza e a desconfiança do empreendedor e mantendo a atividade econômica estagnada. Setores como o agronegócio deram grande contribuição para impedir o colapso da economia, mas perderam o vigor necessário para garantir uma arrancada.

Está claro que a fórmula para uma recuperação sustentada da economia combina a melhoria do ambiente de negócios com a retomada do investimento e o estímulo aos setores com maior potencial de reação. É momento de estimular os setores de resposta mais rápida e tirar do papel projetos que farão diferença para o desenvolvimento. É o momento de fomentar a infraestrutura, para dar competitividade à economia; o saneamento e a habitação, para dar qualidade de vida e dignidade ao cidadão. É o momento de estimular a indústria da construção para reverter o desemprego e gerar renda de forma sustentável. Nosso setor é o segundo maior empregador do país.

A indústria da construção é a que, hoje, tem maior capacidade para criar novos postos de trabalho com a qualidade, o volume e a capilaridade que o país precisa. Com forte impacto econômico e social, nossa atividade está na origem da produção de todos os bens e serviços, cumprindo um ciclo perfeito que cria empregos mesmo depois de finalizar e entregar seus empreendimentos. Horizontal, ao ser estimulada, a construção puxa consigo ao menos 62 outros segmentos da indústria.

A aprovação da reforma da Previdência e outros projetos estruturantes pelo Congresso Nacional reduziu as incertezas e restabeleceu a confiança do setor produtivo. Cabe, agora, dar prioridade aos segmentos da economia preparados para decolar rápido e gerar riquezas para o país em um horizonte mais curto. As reformas terão impacto positivo no longo prazo, mas o Brasil precisa voltar a crescer já.

A cada R$ 1 milhão de investimento, a construção civil cria 7,64 empregos diretos e 11,4 empregos indiretos; que geram R$ 492 mil e R$ 772 mil sobre o PIB, respectivamente. A maior parte do que é investido na construção civil no Brasil retorna como PIB, emprego, imposto e renda. O setor carrega ampla capacidade de produção, que pode ser desencadeada rapidamente.

Nesse contexto, uma política habitacional de interesse social torna-se estratégica para alavancar a geração de empregos no período vindouro – principal programa em andamento, o Minha Casa Minha Vida (PMCMV) chegou a representar mais de dois terços do mercado imobiliário nacional e vem perdendo espaço com a recuperação da poupança. Em 2019, enquanto os aportes do FGTS caíram 6%, os da poupança cresceram 36%. Os indicadores oficiais não deixam dúvida: a recuperação do emprego virá pelo investimento e a construção civil é quem pode alavancar a economia brasileira.

COMPARTILHE!

Agenda de Eventos e Transmissões

Janeiro/2021

Filtrar eventos

Seg

Ter

Qua

Qui

Sex

Sab

Dom

-

-

-

-

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

23

24

25

26

27

28

29

30

31

Nenhum evento

Parceiros e Afiliações

Parceiros

 
Ademi – ES
FENAPC
Sinduscon-JP
APEOP-PR
Sinduscon-Porto Velho
Ademi – PR
Sinduscon-CE
SECONCI BRASIL
Sinduscon-Norte/PR
SECOVI- PB
Sinduscon-SM
Sinduscon – Norte
 

Clique aqui e veja todos os parceiros

Afiliações

 
CICA
CNI
FIIC
 
Tekne Kiralama karın germe Estetik Ankara özel kurtaj meme büyültme epoksi vaporesso betpark giriş betgaranti kolaybet En iyi casino siteleri diyarbakır escort escort istanbul escort izmir izmir escort
X