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08/02/2011

Classes C e D reforçam consumo em Ribeirão

08/02/2011 :: Edição 033

Jornal CDI/BR   |   08/02/2011

CLASSES C E D REFORÇAM CONSUMO EM RIBEIRÃO

Ribeirão
Preto – As classes C e D são a nova meca dos comerciantes de Ribeirão Preto.
Segundo pesquisa do Índice de Potencial de Consumo (IPC) Target, esse estrato
tem um potencial de consumo que corresponde a 47% da movimentação econômica da cidade. Pela metodologia,
integram o grupo pessoas cujo salário varia de R$ 1 mil da R$ 5,1 mil, ou dez
salários mínimos. Estima-se que cerca de 150 mil moradores de Ribeirão Preto
estejam nas classes C e D.

Diante um cenário tão vigoroso, os investimentos para
atrair o público consumidor dessas classes vai de vento em popa. Tanto que a
cidade recebeu, nos últimos meses, investimentos de mais de R$ 100 milhões para
instalação de estabelecimentos comerciais com esse público. É o caso do grupo
Pão de Açúcar, que acaba de abrir duas lojas das bandeiras Extra e Assaí direcionadas
para esse público. Os investimentos superaram os R$ 40 milhões.

Para a economista Rosalinda Pimentel, o reforço em
políticas públicas voltadas para abertura de crédito contribuiu para a expansão
de renda das classes menos favorecidas.

"Ribeirão replica o que acontece nacionalmente e o
poder de compra da população está maior", afirmou. Ela acredita,
inclusive, que a cidade deve receber novos investimentos de empresas de olho
nesse setor ao longo de 2011. "Tanto no comércio de bens quanto de serviços,
a tendência é que a situação se mantenha favorável ao consumo dessas
classes", informa.

Disputa

As classes C e D representam metade dos 300 mil moradores
de Ribeirão Preto que estão na população economicamente ativa, ou que está apta
a trabalhar. No total, a cidade possui 605 mil moradores, segundo o Censo 2010
recém-concluído pelo IBGE. Os demais 150 mil ribeiropretanos economicamente
ativos se dividem entre as classes A e B (renda mental de até R$ 20 mil) e na
E, que recebe até R$ 1 mil por mês.

O consumidor C e D atrai o varejo supermercadista porque,
segundo apurado junto ao setor, além do poder de compra revigorado, esse nicho
da população tende a manter em alta o ritmo de consumo. A avaliação é que ao
longo de 2011 esses moradores podem até comprar menos bens duráveis, mas vão
manter o consumo dos supermercados. Isso porque, no ano passado, a maior parte
dos trabalhadores desse segmento teve aumento real, como o caso de
comerciários, metalúrgicos e operários da construção, ao contrário de algumas
profissões graduadas, que tiveram aumento de salário apenas com base na inflação.

Mercado imobiliário

Essa nova classe média, com maior poder de consumo, também
está impulsionando as vendas no mercado imobiliário de Ribeirão Preto. Os
imóveis para esse público já ultrapassam os 60% dos lançamentos na cidade.
Segundo especialistas, essa classe se tornou o poder
de compra do setor.

"Hoje o número dessas unidades está acima de 60% dos
lançamentos e deve crescer ainda mais. Há demanda, gente para comprar. E as
pessoas dessa classe ainda estão percebendo que possuem esse potencial de
compra", afirma o diretor de imobiliária João Paulo Fortes Guimarães.

E em Ribeirão Preto, os imóveis destinados a essa classe
variam entre R$ 80 e R$ 140 mil, sendo que a prestação gira na casa dos R$ 500
mensais. Um mercado inflacionado na opinião de alguns empresários. Ainda assim,
analisam os industriais, esse nicho continua a ser o mais beneficiado com as
medidas de fomento. "Essa classe está com uma capacidade de endividamento
maior, por conta das linhas de créditos dilatadas e das taxas mais acessíveis.
Isso coloca o empreendedor de olha na base da pirâmide, já que aí está o maior
déficit habitacional", afirma Alexandre Melão, sócio-diretor da Ecoesfera.

Demanda

A demanda da classe C e D por imóveis, no entanto, pode
sofrer uma queda. Essa é a avaliação do diretor regional do Sinduscon
(Sindicato da Indústria da Construção Civil) de Ribeirão Preto, José Batista
Ferreira, que acredita que o boom registrado nos últimos anos teve como causa
fatores incomuns na economia. Segundo ele, houve a união de um período de
crescimento econômico a um projeto consistente do governo federal para o setor
de habitação. "As classes mais populares estão atendidas pelo projeto
‘Minha Casa, Minha Vida’. Mas esse é um projeto, precisam de continuidade para
que a demanda não caia", avalia José Batista

Batista ressalta que as instituições que congregam a
indústria do setor, como o Sinduscon e a Câmara Brasileira da industria da Construção (CBIC) lutam
para que sejam perenes. "De concreto, podemos dizer que houve a
viabilização desse boom por conta de uma eleição. É preciso que esse projeto
seja não de um governo, mas de vários governos, para sustentar o mercado. Que
há demanda, não há dúvida. Mas sem incentivo e políticas eficientes do governo
ela tende a não ser suprida", avalia.

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