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Agência CBIC

06/08/2018

Ciro Gomes acredita que a retomada da economia depende da construção civil

O candidato à presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, defendeu que o sacrifício fiscal em prol da retomada do crescimento econômico no Brasil seja feito nos primeiros seis meses de mandato. E garantiu: “vai valer a pena”. Acompanhado pela vice, Katia Abreu, ele foi o quarto político a apresentar as propostas para a construção civil no debate Coalizão pela Construção – O Futuro do Brasil na Visão dos Presidenciáveis 2018, realizado na tarde desta segunda-feira (6), em Brasília, e que contou com os anfitriões Evaristo Pinheiro, presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon), e Paulo Camillo Penna, presidente da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP).

Segundo o ex-governador do Ceará, o setor da construção civil tem um papel importante na reviravolta econômica do Brasil, uma vez que responde aos estímulos, cria emprego e gera renda de forma rápida e a custos baixos. “Precisamos diminuir despesa e aumentar a receita no Brasil. E, com o setor da construção civil, isso é possível”, acredita Ciro. Ele defende investimentos imediatos nas áreas de Defesa, Saúde, Agronegócio e no setor de Gás e Petróleo.

Em seu discurso, Ciro Gomes enfatizou que todas as mudanças propostas em sua campanha passam pelo redesenho do pacto federativo brasileiro. “Tenho metas: todas as obras de transporte urbano no Brasil, que hoje custam cerca de R$ 300 bilhões, vão ser resolvidas em até 10 anos”, disse. Ele ainda garante que vai acabar com o déficit brasileiro. “Não tenho um dia de déficit em minha vida pública. Eu sei reverter a situação”, garantiu.

O candidato pedetista defende o equilíbrio do câmbio, das taxas de juros e da tributação para aumentar a competitividade no Brasil. “Não podemos mais acreditar que o consumo vai fazer o Brasil crescer. Precisamos ‘reindustrializar’ o Brasil para equilibrar as contas”, disse. Ciro Gomes pretende repensar a Lei das Licitações, Lei de Desapropriações e a Lei do Licenciamento Ambiental. “O Brasil precisa mudar”, enfatiza.

A Coalizão pela Construção, formada por 26 entidades da indústria da construção, atua conjuntamente na defesa institucional da agenda estratégica da construção, estabelecendo diálogo com diversos atores em torno de temas de interesse comum para resgatar o desempenho das suas empresas. 

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