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23/04/2012

Caixa reduz ainda mais taxas a clientes

"Cbic"
23/04/2012 :: Edição 303

 

Correio Braziliense/BR 21/04/2012
 

Caixa reduz ainda mais taxas a clientes

Banco repassa o corte da Selic, de 0,75 ponto, para o crédito consignado, o financiamento de automóveis e os empréstimos pessoais, alémde baratear o capital de giro às empresas

A Caixa Econômica Federal anunciou ontem nova redução de juros nas linhas de crédito para empresas e consumidores. A partir de segunda-feira, a taxa para o empréstimo consignado a beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ficará entre 0,75% e 1,77% ao mês. A mínima para crédito pessoal cairá de 2,39% para 1,80% e a para o financiamento de veículos, de 0,98% para 0,89%.
 As micro, pequenas e médias empresas contarão com novas tabelas para as operações de capital de giro, com juros entre 1,29% e 2,05% ao mês. As companhias da área de construção civil, por sua vez, terão taxas entre 0,97% e 1,46% para antecipar receitas. Para atender à demanda por crédito, a Caixa abrirá uma hora mais cedo até 11 de maio.
 A exemplo da decisão tomada pelo Banco do Brasil na quinta-feira, a medida da Caixa foi motivada pela redução da taxa básica de juros (Selic), de 9,75% para 9% ao ano. Em 9 de abril, a estatal já havia feito reduções nos custos de produtos como cheque especial, rotativo do cartão de crédito e capital de giro. "As pessoas devem comparar e vão perceber que a maioria dos outros bancos não fez reduções significativas para todos os clientes, sem condicionantes, principalmente em produtos mais caros como cheque especial e cartão de crédito para as pessoas físicas", afirmou Fábio Lenza, vice-presidente de pessoa física e serviços bancários da Caixa.
 Também por causa do corte na Selic, o BB já havia reduzido a mínima para financiamento de veículos de 0,99% para 0,95% ao mês e a de cheque especial, de 1,97% para 1,38% ao mês. Os juros do crédito consignado para beneficiários do INSS passaram de 0,85% para 0,79% ao mês.
 Orientados pelo Palácio do Planalto, os bancos estatais foram os primeiros a reduzir juros, no início do mês. O movimento foi acompanhado pelos privados HSBC, Santander, Itaú Unibanco e Bradesco. Inicialmente, eles se recusaram a ceder às pressões de Dilma, o que aumentou a determinação do governo em reduzir o spread-diferença entre o que os bancos pagam aos investidores e o que pagam dos devedores. Agora, a equipe econômica vai engrossar o discurso contra as tarifas cobradas pelas instituições financeiras.

"Cbic"

 

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