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07/12/2010

Busca por casa melhor manterá procura em alta

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07/12/2010 :: Edição 022

Jornal Brasil Econômico|   07/12/2010

Busca por casa melhor manterá procura em alta

Equilíbrio entre demanda e oferta de imóveis habitacionais está previsto para 2022

 O mercado imobiliário brasileiro deve entrar em equilíbrio de demanda e oferta, quando o problema do déficit habitacional for solucionado. A previsão dos empresários do segmento é que isso ocorra a partir de 2022.

No ano passado, o número de famílias que viviam em moradias inadequadas e em regime de coabitação, no Brasil, atingiu 5,8 milhões, sendo que somente São Paulo foi responsável por 1,1 milhão deste total, segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). "Deste montante, 80% são de famílias que recebem até três salários mínimos", diz Sérgio Watanabe, presidente do sindicato.

 Um dos fatores que contribuem para o aumento do déficit é o crescimento vegetativo da população. Segundo pesquisa feita pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e pela consultoria LCA, a pedido da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), nos últimos 12 anos, a população brasileira cresceu a uma taxa média de 1,3%ao ano e a expectativa, até 2022, é de que o ritmo diminua para 0,5%, quando se chegará a 209 milhões de pessoas no país.  Até lá, as famílias devem passar dos atuais 63,6 milhões para 79,6 milhões, com a formação de quase 1,33 milhão de novas famílias por ano.

 Para eliminar as moradias precárias, estimadas em 3,6 milhões em 2009, serão necessárias 279 mil moradias por ano até 2022. A esse montante, acrescenta- se a construção de mais 203 mil moradias por ano para eliminar a coabitação indesejada no mesmo período. A soma dá uma produção anual de cerca de 1,8 milhão de moradias. Isso significa que será necessário construir 23,5 milhões de unidades entre 2010 e 2022, que equivale ao total de moradias existentes hoje em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

 De acordo com a pesquisa, a construção das novas casas e apartamentos deverá mobilizar cerca de R$ 204 bilhões por ano na média do período. É um valor considerável, visto que o investimento em novas moradias, em em 2009, foi de R$ 98 bilhões. Segundo projeção feita pelas construtoras Cyrela, PDG Realty, Brookfield, Eztec e Rossi, no ano que vem, essas cinco companhias de capital aberto vão lançar, sozinhas, R$ 28 bilhões.  Deste total, cerca de 80% representam custos de construção. Busca por melhores condições "Também existe uma demanda por causa do fator aspiracional.

 As pessoas querem se mudar para apartamentos melhores, quando o salário aumenta", diz Marcelo Dadian, diretor da regional São Paulo da Rossi. No Brasil, as pessoas trocam de moradia, em média, 1,8 vez na vida, enquanto que, nos países que integram o G7, chega-se a 10 vezes. "O ponto de equilíbrio entre oferta e demanda no país ainda está bastante distante, porque as pessoas vão passar a se mudar com mais frequência", diz Ubirajara Spessotto, diretor-geral da Cyrela. N.F.

 As pessoas querem se mudar para apartamentos melhores, quando o salário aumenta

 Marcelo Dadian, diretor da regional São Paulo da Rossi

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