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17/01/2011

Brasil encerra década com R$ 48 bi em financiamento

 

17/01/2011 :: Edição 045

Jornal O Estado de S. Paulo/BR|   16/01/2011

Brasil encerra década com R$ 48 bi em financiamento

Jennifer Gonzales

 Volume era inferior a R$ 2 bi em 2001; Secovi-SP alerta para esgotamento de recursos

 O período de 2001 a 2010, representou para o mercado imobiliário brasileiro um cenário de grandes transformações. Segundo dados divulgados pelo Sindicato da Habitação de São Paulo(Secovi-SP), na quarta-feira, dia 12, o volume de financiamentos no País deu um salto de gigante: de R$ 1,9 bilhão, em 2001, pulou para R$ 47,9 bilhões no período de janeiro a novembro do ano passado.

 Praticamente não havia agentes financeiros até alguns anos atrás , observa o presidente do Secovi-SP, João Crestana. Ele explica que o aumento do emprego formal e de renda da população, com 30,5 milhões de pessoas tendo ingressado na classe C nos últimos cinco anos, além da criação do programa federal Minha Casa, Minha Vida, em 2009, contribuíram para a ampliação do mercado imobiliário nacional.

 Na Grande São Paulo, o aumento do número de lançamentos residenciais também foi expressivo: se a década começou com 32,7 mil novas unidades (2001), no período de janeiro a novembro de 2010 chegou a 57 mil unidades.

 Desse último total, foram comercializadas 31 mil unidades residenciais novas na capital (número semelhante ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram vendidas 30 mil unidades).

 Com o esgotamento de terrenos para construção na Capital, a participação do município foi caindo ao longo da década: caiu de 72,6% em 2001 para 52,2% até novembro do ano passado.

 Há dois obstáculos,no entanto, que podem prejudicar a tendência de crescimento, aponta o economista-chefe do Secovi- SP, Celso Petrucci.  Embora o volume de crédito tenha aumentado de maneira significativa, os recursos de financiamento, que vêm da poupança e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) estão diminuindo , diz.
 Alternativa. Petrucci defende que será necessária maior participação de instrumentos alternativos de recursos para os financiamentos, como Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI).

 Em 2005, o saldo do crédito imobiliário, dinheiro disponibilizado pelos bancos para esses financiamentos, comprometeu apenas 15% dos recursos da poupança.

 Até novembro do ano passado, esse número tinha pulado para 36%. Segundo o Secovi-SP, em 2014, o saldo do crédito imobiliário deverá comprometer 83% da poupança.

 Sobre o Minha Casa, Minha Vida, Crestana diz que o teto máximo de R$ 130 mil para a construção de unidades sob o programa não é mais viável.  Por isso, em São Paulo, os lançamentos do programa são feitos cada vez mais longe da cidade.   Nos próximos 12 anos, o Brasil ainda vai precisar de 900 milhões de metros quadrados em terrenos urbanos para a edificação de habitações, para um total de 24 milhões de moradias , acrescentou Petrucci.

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