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Agência CBIC

21/09/2016

BRAÇO DO BANCO MUNDIAL, IFC APRESENTA SOFTWARE DE CERTIFICAÇÃO PARA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL

Consultor do instituto no Brasil avalia que o setor já está preparado para usar a ferramenta em maior escala

No esforço global para minimizar os efeitos das mudanças climáticas, a indústria da construção passa a ter um papel de destaque na redução das emissões de gases de efeito estufa. Segundo dados do Banco Mundial, o setor representa 18% do total das emissões no mundo, além de ser responsável por 60% do uso de energia, 25% do uso total de água e 40% do uso de materiais. A construção sustentável é uma agenda positiva tanto para a iniciativa privada quanto para o setor público, pois hoje já existe um crescente processo de conscientização do mercado brasileiro em relação aos conceitos de sustentabilidade. ͞O país vive momento muito difícil e o lema da CBIC tem sido a necessidade de virarmos a página. Temos buscado ideias criativas e que tragam impacto também na sustentabilidade͟, afirmou o presidente da CBIC, José Carlos Martins, destacando a importância da parceria com o IFC. ͞Queremos trazer o EDGE pra cá͟, avisou. Presidente da CMA, o engenheiro Nilson Sarti destacou os avanços produzidos nesse campo, com a geração de novos negócios também no Brasil e em diversos setores, incluída a construção civil. ͞Sustentabilidade é business, não é sonho͟, afirmou.

A adoção de critérios de sustentabilidade, portanto, é um imperativo da área. Dessa forma, tornam-se cada vez mais importantes as certificações ambientais na construção civil, com o objetivo de fomentar e comprovar a redução do consumo de insumos cada vez mais raros, como água e energia. Atenta a essa tendência mundial, a Comissão de Meio Ambiente (CMA) da

Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em correalização com o SENAI Nacional lançou nesta sexta-feira as publicações: Gestão de Recursos Hídricos na Indústria da Construção – Uso eficiente da água em edifícios residenciais e Gestão Eficiente da Energia na Indústria da Construção – Energia solar fotovoltaica em condomínios oportunidades, aplicações e boas práticas. As publicações estarão disponíveis para download no site da CBIC, na área da CMA, a partir de segunda-feira, dia 26 de setembro. Participaram do lançamento, além dos presidentes da CBIC, José Carlos Martins, e da CMA/CBIC, Nilson Sarti, os autores das publicações, Orestes Gonçalves e Osvaldo Soliano e Clarisse Dall’Acqua, do Banco Mundial.

No Brasil, estão em uso atualmente vários selos de construção sustentável. Entre eles, podemos citar: LEED, AQUA, BREEAM, DGNB, Procel Edifica, Casa Azul e Qualiverde. Para facilitar a adaptação das empresa pequenas e médias do setor a esses novos tempos, chega ao mercado latino-americano o software EDGE (Excellence in Design for Greater Efficiencies). O sistema de certificação de construções verdes, criado pelo IFC (International Finance Corporation) – braço do Banco Mundial para o financiamento privado –, pretende reduzir em 20% o uso de água e energia na fabricação de materiais de construção.

Nesta sexta-feira (23), a certificação EDGE foi apresentada aos empresários do setor e associados da CBIC durante a 3ª Reunião Ordinária da CMA, ocorrida no Rio de Janeiro, na sede da Ademi-RJ. A convite da comissão da CBIC, esteve presente o consultor do Green Buildings do IFC no Brasil, Edward Borgstein, para quem já existe uma infraestrutura de certificação disponível, a partir dos parceiros globais que têm presença no Brasil. ͞A incorporadora Canopus implementou EDGE na forma de um piloto em 2014. Porém, o EDGE está chegando no Brasil em escala este ano, com uma estratégia de implementação pela parte do IFC, maior disponibilidade das certificadoras e comprometimentos de outras empresas para utilizar a certificação.͟ Para entender melhor sobre a certificação e verificar as possibilidades de implantação, clique aqui.

“MUDANÇA CLIMÁTICA JÁ CHEGOU E COM MAIS INTENSIDADE”.

Jornalista especializada em sustentabilidade, Sônia Bridi fez o alerta durante palestra proferida na 3ª Reunião Ordinária da CMA, realizada no Rio de Janeiro. Segundo ela, o processo de mudança no clima já começou em todo o mundo, inclusive no Brasil, impondo desafios novos à sociedade como um todo e exigindo das empresas uma revisão de suas estratégias empresariais. “Eu sou otimista”, avisou a jornalista. “É preciso pensar políticas públicas em um horizonte maior, num cenário que está mudando”, comentou.

Autora do livro “Diário do clima – efeitos do aquecimento global, um relato em cinco continentes”, Sônia enxerga papel relevante para a construção civil nesse processo que quebrará paradigmas técnicos e empresariais. Segundo ela, a sustentabilidade ocupará espaço cada vez mais relevante no processo econômico. “Empresas poderão sofrer desinvestimento se não se aperfeiçoarem. É possível buscar soluções novas”, frisou. As novas práticas, sinalizou, estão associadas à tecnologia, ao compliance e ao que qualificou como “uma volta às origens” – a busca de soluções e insumos dentro das comunidades.

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