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21/07/2011

BH está mais vertical

"Cbic"
21/07/2011 :: Edição  140

 

Estado de Minas/MG 21/07/2011
 

BH está mais vertical

Dados do IBGE mostram que é cada vez maior o número de pessoas morando em apartamentos 

 Com base no Censo Demográfico de 2010, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou informações sobre Belo Horizonte, que vão muito além da população total. Com os dados, foi possível saber o número de domicílios e moradores por bairro, média de moradores por unidade familiar, proporção de residências não ocupadas. O censo contribui para o planejamento urbano da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e também para o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de Minas Gerais (Sinduscon – MG), que tem, nos dados, mais uma ferramenta para auxiliar nas decisões de onde investir.
 Bráulio Franco Garcia, diretor da área imobiliária do Sinduscon, diz que os dados do IBGE auxiliam no diagnóstico da realidade da cidade. "Percebemos que a tendência é cada vez mais pessoas vivendo em apartamentos, em vez de casas. Muita gente até está preferindo, por se sentir mais segura, e ratear os custos de portaria, sistemas eletrônicos e tudo mais", ressalta.
 Realmente, houve um avanço considerável no número de apartamentos e o percentual de pessoas morando em prédios. Em 2000, 503 mil pessoas (22,6%) viviam em apartamentos e 1,7 milhão (76,2%), em casas. Em 2010, 783 mil pessoas (33%) viviam em apartamentos e 1,55 milhão (65,5%), em casas. O número de apartamentos saltou de 169.554 unidades para 251.275. Um crescimento de 48%. As casas tiveram um crescimento bem menor, de 11%, saindo de 449.444, para 499.867, 10 anos depois.
 Chama a atenção o alto índice de imóveis desocupados na Savassi (27,2% ou 1.034 imóveis) e no Bairro de Lourdes (19,5% ou 955 unidades). Talvez pelo alto preço dos aluguéis na região. Segunda Gina Rende, secretária-adjunta de Planejamento Urbano, "os dados permitem traçar um perfil da população residente em cada bairro, bem como verificar a questão da ocupação dos imóveis residenciais do município. Esta última questão, especialmente, mostra-se de grande relevância para a o conhecimento da dinâmica dos bairros e permitirá uma maior eficácia de medidas destinadas a evitar a degradação de regiões da cidade, decorrente do aumento do número de imóveis desocupados", avalia.
 "O levantamento do número de domicílios por bairro, afirma Gina, é relevante para a definição das possibilidades de implantação de novas construções." Esta decisão, no entanto, deve levar em conta fatores como capacidade da infraestrutura local, acessibilidade e disponibilidade de comércio e serviços. Sagrada Família, Buritis, Padre Eustáquio, Lourdes e Centro são os bairros com o maior número de domicílios.
Para Paulo Garcia, diretor da área imobiliária do Sinduscon, muita gente se sente mais segura morando em prédio.

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