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30/06/2011

Atrasadas, obras para Copa e Olimpíada tentam manter parâmetros sustentáveis

 

"Cbic"
30/06/2011 :: Edição 129

Jornal Brasil Econômico/BR – 30/06/2011

 

Atrasadas, obras para Copa e Olimpíada tentam manter parâmetros sustentáveis

GRANDES EVENTOS ESPORTIVOS

 Ainda que com alterações no cronograma de entrega e preço final, projetos iniciais se comprometeram a seguir regras

 TEXTO ARISTEU MOREIRA

 Atrasadas em sua maioria, as obras de infraestrutura em reforma ou implantação no país para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 estarão concluídas a tempo, acreditam representantes dos empreiteiros e da construção civil de obras públicas. Mesmo que o ritmo em que são tocadas tenha de ser acelerado, não há risco de os princípios da construção sustentável serem abandonados, pois eles decorrem de obrigações contratuais e constam tanto nos projetos básicos quanto nos executivos destes empreendimentos.

 A sustentabilidade acompanha, também, o boom imobiliário vivido pelo país, mas com menor grau de adesão se comparada à das obras públicas. Adotados no país a partir da ECO-92, seus princípios e técnicas se propagam hoje mais por exigência dos poderes públicos. Daí a maior incorporação deles nas obras do governo.

 Já há leis a respeito, mas o Brasil ainda não estabeleceu classificação própria quanto à sustentabilidade, lembra Valdemar Gargantini diretor da Rossi Residencial, uma das maiores incorporadoras do país. "Na Rossi atuamos exclusivamente com base em valores como inovação e sustentabilidade, mas na falta de padrão próprio no Brasil, seguimos os internacionais", explica Gargantini.

 Francisco Vasconcelos, vice-presidente de meio ambiente do Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon), reconhece: "Antigamente, quando se falava em construção civil e em obras públicas, não se levava em consideração o meio ambiente e o impacto social da obra. Prevalecia a preocupação com o lado técnico. Hoje os parâmetros são outros e o que prevalece é a preservação ambiental".

 Para ele a propagação do tema pela mídia e o surgimento de legislação com exigências de que a sustentabilidade seja seguida em todas as áreas da economia provocaram a mudança de mentalidade.

 Mas, algumas leis, como uma de São Paulo com a exigência do aquecimento solar em edifícios "nem são muito inteligentes, porque proíbem tudo o que se afastar do padrão quando deveria ser mais flexível, já que cada caso (prédio) é um caso".

 Mesmo com leis incipientes, tanto os empreendimentos imobiliários quanto os públicos são implantados com uma preocupação cada vez maior de minimizar seus impactos no meio ambiente. A meta é que haja maior eficiência em seu processo construtivo e operacional (quando prontos) e que possibilitem reduções no consumo de CO2, água, energia, menor geração de resíduos sólidos-além da separação e reuso destes – que os insumos e materiais utilizados venham de fontes renováveis, e que a madeira usada seja legal (certificada).

 Esse nível de exigência, hoje-afirma o executivo do Sinduscon – não se impõe só na construção de casas, apartamentos, ou escritórios. No caso da Copa, também a FIFA exige que todas as obras atendam aos requisitos da sustentabilidade.

 "Isso desencadeou um processo pelo qual nós construtores exigimos o mesmo dos fornecedores de insumos e matéria prima . A pressão nesse sentido é em toda a cadeia da construção civil e pública".

 Seguir os princípios da sustentabilidade, calcula Vasconcelos, encareceu as obras em valores entre 4% e 6% no Brasil.

 "Mas o que o consumidor do setor imobiliário e o beneficiário da obra pública têm de estar consciente é que na outra ponta ele tem um produto com qualidade melhor", comemora o executivo.

"Antigamente, quando se falava em construção civil e em obras públicas, não se levava em consideração o meio ambiente e o impacto social da obra"

 Francisco Vasconcelos, Vice-presidente de meio ambiente do Sindicato da Indústria da Construção.


 

 
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