Logo da CBIC

Agência CBIC

03/01/2011

A todo o vapor

CBIC Clipping

03/01/2011 :: Edição 035
Jornal O Globo/BR|   02/01/2011

A todo o vapor

Poupança deve financiar mais de meio milhão de moradias no país este ano
 Ana Branco
 Flávia Monteiro

 As previsões, pra lá de otimistas, se confirmaram ao longo de 2010. A expectativa é de que o ano tenha terminado com 450 mil imóveis financiados apenas com dinheiro da poupança, gerando R bilhões em empréstimos para a compra da casa própria. Um montante que supera em 55,8% o de 2009, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Para este ano, a projeção é de um crescimento de 29,3% em crédito, com o financiamento de cerca de 585 mil unidades.

 – Hoje, por mês, são concedidos mais de R bilhões em crédito, o que corresponde ao volume registrado, por exemplo, em todo 2004. Creio que, em 2014, o crédito imobiliário terá chegado a 11% do PIB (hoje está em 3%), com uma carteira da ordem de R0 bi – diz Luiz Antonio França, presidente da Abecip.

 Mas tamanho crescimento obrigará o setor a buscar outras fontes de financiamento:

 – Enquanto a poupança cresce 20%, o crédito imobiliário aumenta 50%. Ou seja, teremos que buscar alternativas, como a securitização e os covered bonds (título emitido por instituições financeiras), que já têm ampla aceitação na Europa – completa França.

  Rio deve crescer de 10% a 15%

 A previsão da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio), por sua vez, estima que o número de lançamentos no estado tenha crescido 25% em 2010. Uma alta puxada, principalmente, pela classe de renda baixa, por imóveis de até R0 mil, informa seu presidente, Rogério Chor:

 – O ano ficou marcado pela diversificação dos investimentos feitos pelas empresas. O mercado hoje está mais esparramado, com lançamentos sendo feitos em regiões que há tempos não recebiam um empreendimento. É o caso de São Cristóvão, Campo Grande, Baixada Fluminense e Itaboraí.

 E como será 2011?

 – Devemos crescer entre 10% e 15%. Dificilmente vamos repetir 2010. Este é um ano que deverá ser marcado por grandes obras de infraestrutura na cidade – afirma Chor.

 Ainda por conta dos lançamentos no interior do estado em 2010, segundo o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RJ), a procura por imóveis em Itaboraí e São Gonçalo aumentou 50%, a reboque do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Já em Macaé, onde o setor petrolífero caminha a pleno vapor, o crescimento do setor foi 30% superior ao de 2009. E não deve parar por aí.

 Só na cidade do Rio, o número de unidades residenciais lançadas em 2010 deve chegar a 15 mil, contra 11.208 do ano anterior. A Barra se mantém na liderança, com 2.534 imóveis, seguida de perto por Campo Grande, com 2.419; e por Jacarepaguá, com 1.951 unidades.

 Em sexto lugar no ranking da Ademi, a Tijuca foi o bairro que mais se destacou no ano, na avaliação do vice-presidente do Secovi Rio, Leonardo Schneider. Até o fim de novembro, a região teve 581 unidades lançadas, 45,2% a mais do que em 2009:

 – Houve um resgate do bairro a partir da chegada da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). As construtoras correram atrás de terrenos e o carioca correspondeu. Lançamentos foram vendidos em tempo recorde.

 Impulsionado por este mercado – cuja participação no setor chegou a 70% no ano passado -, a construção civil no Estado do Rio, por sua vez, cresceu de 11% a 13%, segundo os cálculos do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio), Roberto Kauffmann:

 – A expectativa é de que o Rio mantenha esse ritmo de crescimento agora em 2011. Além dos lançamentos imobiliários, estão previstas uma série de obras de infraestrutura.

  Aluguéis em alta recorde

 Ainda segundo o vice-presidente do Secovi Rio, 2010 foi o ano que consolidou o aluguel como uma boa opção… para os proprietários. Até novembro, bairros como Botafogo já acumulavam valorização de 74% para apartamentos de dois quartos e de 118% para os de três. Na média geral da cidade, informa o Creci-RJ, a alta foi de cerca de 25% – locadores passaram, inclusive, a retomar seus imóveis para obter ajustes de preço bem acima da inflação. O fenômeno é particularmente forte na Zona Sul, por conta da falta de espaço para novas construções.

 – A nova Lei do Inquilinato deu mais garantias e agilidade ao processo, e a locação se tornou ótimo investimento – diz Schneider.

"banner"  
"banner"  
"banner"  
"banner"  

 
 
 
"Cbic"

COMPARTILHE!

Agenda de Eventos e Transmissões

Janeiro/2021

Filtrar eventos

Seg

Ter

Qua

Qui

Sex

Sab

Dom

-

-

-

-

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

23

24

25

26

27

28

29

30

31

Nenhum evento

Parceiros e Afiliações

Parceiros

 
Sinduscon-TO
Sinduscom-NH
Sinduscon-Caxias
Sinduscon-MS
Ascomig
Sinduscon-PB
FENAPC
Sinduscon – Norte
Sicepot-RS
Sindicopes
SECONCI BRASIL
Sinduson – GV
 

Clique aqui e veja todos os parceiros

Afiliações

 
CICA
CNI
FIIC
 
Tekne Kiralama karın germe Estetik Ankara özel kurtaj meme büyültme epoksi vaporesso betpark giriş betgaranti kolaybet En iyi casino siteleri diyarbakır escort escort istanbul escort izmir izmir escort
X