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10/12/2010

A esplanada de Dilma

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10/12/2010 :: Edição 024

Jornal do Commercio RJ/RJ|   /10/12/2010

A esplanada de Dilma

CONFIRMADOS

 Agricultura
 Wagner Rossi – Ex presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), assumiu a pasta no lugar de Reinhold Stephanes. Foi mantido no cargo por indicação pessoal do  vice-presidente, Michel Temer.

 Assuntos Estratégicos
 Moreira Franco – Ex-governador do Rio de Janeiro, ocupou a Diretoria de Fundos e Loterias da Caixa durante o governo Lula. Era o homem do PMDB na coordenação da campanha presidencial.

 Banco Central
 Alexandre Tombini – Atual diretor de normas e funcionário de carreira do BC, assumirá o controle da política monetária brasileira em substituição a Henrique Meirelles.

 Casa Civil
 Antônio Palocci – Ex-prefeito de Ribeirão Preto e ex-ministro da Fazenda do governo Lula, volta à Esplanada em um cargo estratégico depois de ter coordenado a campanha de Dilma. É um dos três homens mais próximos à presidente, apelidados de "três porquinhos".

 Comunicações
 Paulo Bernardo – Atual ministro do Planejamento, foi três vezes eleito deputado federal. A confirmação para as Comunicações veio com a missão de corrigir irregularidades na pasta, especialmente nos Correios, foco de denúncias desde o início do governo Lula.

 Direitos Humanos
 Maria do Rosário – Deputada federal gaúcha, ela presidiu a CPI da Exploração Sexual de Adolescentes e participou das investigações sobre mortos e desaparecidos políticos do regime militar. O trabalho na Câmara fez dela nome natural para a pasta.

 Fazenda
 Guido Mantega – Nome presente, em diferentes cargos, nos oito anos de governo Lula, permanecerá no comando da economia e é tido como um economista de caráter desenvolvimentista, o mesmo de Dilma.

 Justiça
 José Eduardo Cardozo – O deputado federal e procurador cortejava a pasta da Justiça há pelo menos dois anos. A atuação durante a campanha de Dilma, em que foi um dos coordenadores apelidados de "três porquinhos", o levou a ser confirmado no ministério.

 Minas e Energia
 Edison Lobão – O senador e ex-governador maranhense volta ao ministério que comandou até março, quando se desvinculou do cargo para concorrer à reeleição ao Senado. Responsável por tocar obras polêmicas, como a hidrelétrica de Belo Monte. Entra na cota de senadores do PMDB.

 Pesca
 Ideli Salvatti – Candidata derrotada ao governo de Santa Catarina, Ideli é a atual líder do governo no Congresso. Assume uma pasta vital para o seu estado, forte produtor de pescados.

 Planejamento
 Miriam Belchior – Ex-mulher do prefeito assassinado de Santo André, Celso Daniel, é tida como uma técnica competente e era responsável pela coordenação do PAC no governo Lula. Levará a demanda para a nova pasta, que será encorpada no próximo governo.

 Previdência
 Garibaldi Alves – Ex-governador do Rio Grande do Norte, o senador potiguar já ocupou a Presidência do Senado, até o início de 2009. Confirmado no cargo, disse "não ser do seu agrado" virar ministro. Indicação da bancada de senadores do PMDB.

 Secom
 Helena Chagas – Jornalista, ex-diretora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), coordenou a comunicação na campanha de Dilma. É escolha pessoal da presidente para substituir Franklin Martins.

 Secretaria-Geral
 Gilberto Carvalho – Homem da confiança de Lula, tido como maior arquivo dos oito anos do governo, tem profundas ligações com entidades eclesiásticas e coordenará a relação de movimentos sociais com o governo Dilma.

 Transportes
 Alfredo Nascimento – O senador do PR e ex-prefeito de Manaus volta à pasta que comandava até março, quando saiu do posto para ser candidato ao governo do Amazonas. Tocará o maior orçamento em investimentos da Esplanada, de R$ 16 bilhões.

 Turismo
 Pedro Novais – Deputado federal pelo Maranhão, tem carreira política atrelada ao presidente do Senado, José Sarney. Assumirá uma pasta importante por conta da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016.

 AINDA A CONFIRMAR
 Cidades – A pasta, com pujante orçamento, foi disputada por diversos partidos, mas deve parar na mão do deputado Mário Negromonte (PP-BA), na cota do governador da Bahia, Jaques Wagner.

 Ciência e Tecnologia – Atualmente com o PSB, o ministério deve ir para o PT, provavelmente para acomodar o senador Aloizio Mercadante.

 Defesa – A pasta responsável por coordenar a atuação das Forças Armadas e por contratos bilionários como o da compra dos caças, tem Nelson Jobim como favorito para permanecer o posto.

 Cultura – Pasta disputada pelo PT e pelo atual ministro, Juca Ferreira. Situação indefinida.

 Desenvolvimento Agrário – Pasta disputada pelas seções do PT do Nordeste e do Rio Grande do Sul. O mais cotado é o senador Wellington Dias (PT-PI). Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – O ministério deve ficar com o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel.

 Desenvolvimento Social e Combate à Fome – A atual titular, Márcia Lopes, é irmã de Gilberto Carvalho e pode permanecer no ministério responsável pelo Bolsa Família.

 Educação – O atual ministro, Fernando Haddad, está em alta cotação, mesmo com os erros recorrentes na aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

 Esportes – O PCdoB decidiu pedir a permanência do atual titular da pasta, Orlando Silva.

 Igualdade Racial – Uma das secretarias sociais, ainda está com a situação indefinida.

 Integração Nacional – Atualmente com o PMDB, deve ir para o PSB, na cota do presidente do partido, Eduardo Campos. O favorito para ocupar a pasta é o secretário de Desenvolvimento de Pernambuco, Fernando Bezerra Coelho.

 Juventude – O PCdoB tenta emplacar Manuela D’Ávila na pasta.

 Meio Ambiente – A ministra Izabella Teixeira faz lobby para tentar permanecer no ministério, que é desejado pelo PT.

 Mulheres – Atualmente com Nilcéia Freire, a pasta dificilmente sairá do controle do PT.

 Portos – Cota pessoal do deputado Ciro Gomes (PSB), ainda está indefinida. O atual ministro, Pedro Brito, quer permanecer no posto mas enfrenta a concorrência de deputados socialistas, como Márcio França. PSB indicará nome.

 Relações Exteriores – O sucessor de Celso Amorim como chanceler tem como principal favorito o atual secretário-geral do Itamaraty, Antônio Patriota.

 Relações Institucionais – O atual ministro, Alexandre Padilha, era nome quase certo para a pasta a não ser pela própria movimentação em direção ao Ministério da Saúde. Nome será indicado pelo PT.

 Saúde – O atual ministro José Gomes Temporão já foi avisado que não deve permanecer no posto, que é disputado por Alexandre Padilha e o governador Sérgio Cabral, que tenta nomear um aliado para a pasta. Mas o PT deve fortalecer Padilha.

 Trabalho – O ministério da cota do PDT deve permanecer sobre o controle do ex-presidente do partido, Carlos Lupi.

 Micro e Pequena Empresa – Pasta ainda não foi criada e senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) recusou convite.

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