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AGÊNCIA CBIC

18/10/2022

Projeto “O Futuro da Minha Cidade” dará início a nova fase

O processo de crescimento desordenado das cidades está entre as principais causas do desequilíbrio ambiental, segundo relatório da  Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado em 2021. Contudo, tem-se comprovado a relevância da participação do cidadão para amenizar e melhorar a complexidade da vida urbana.

Para encarar o desafio de pensar a formação de cidades mais seguras e inclusivas para a sociedade, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) inicia uma nova fase do projeto O Futuro da Minha Cidade. O projeto, criado em 2012, surgiu a partir de uma experiência na cidade de Maringá-PR, por meio do Conselho de Desenvolvimento Econômico (Codem). A partir disso, foi possível criar outras soluções para a sustentabilidade urbana. 

Fruto de participação voluntária e apartidária, o Conselho tem o intuito de propor políticas de desenvolvimento econômico, social e planejamento urbano, integrando prefeituras e sociedade civil. “A iniciativa estimula a governança colaborativa entre sociedade organizada e poder público municipal como forma de estruturar e implementar o planejamento de longo prazo,  e tem feito a diferença em várias cidades brasileiras e continua avançando”, explicou o consultor da CBIC, Silvio Barros

O objetivo do projeto é criar e fortalecer o protagonismo na sociedade civil organizada para pensar e atuar no planejamento de um futuro para as cidades. O Futuro da Minha Cidade visualiza caminhos que podem contribuir para mobilizar a sociedade, para se ter uma maior eficiência urbana e melhoria da qualidade de vida, favorecendo os cidadãos. 

O projeto já é uma realidade em várias cidades, de acordo com o presidente da Comissão do Meio Ambiente (CMA) da CBIC, Nilson Sarti. Para ele, esse é um projeto que precisa estar o tempo inteiro sendo regado com muita eficácia e dedicação para que as melhorias sejam pensadas a longo prazo. “Cada prefeito que entra na cidade quer tomar um rumo, mas o rumo ideal é planejar para 2030, 2050, pensando o que é melhor para a cidade e não para um governo só”, disse. 

Com os novos parlamentares que entram no Congresso Nacional em 2023, Sarti tem boas expectativas para que pautas como licenciamento ambiental e descarbonização das cidades tenham maior atenção. “É um desafio muito grande e, é com muita vontade de participar, melhorar e avançar que estamos com essa expectativa. Estamos fortalecendo os Codeses e ampliando o alcance do projeto, já que outras cidades querem participar”, completou. 

 

Os temas têm interface com o projeto “Futuro da Minha Cidade”, em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional) e está alinhado com os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU 11 e 17:

Objetivo 11. Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis

Objetivo 17. Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável

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