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29/08/2011

Previ promove retrofit na própria carteira imobiliária

"Cbic"
29/08/2011 :: Edição 167

 

Jornal O Estado de S. Paulo/BR 29/08/2011
 

Previ promove  retrofit  na própria carteira imobiliária

Para reduzir exposição em edifícios antigos, fundo já investiu R$ 1 bilhão em edifícios corporativos  classe A  desde o ano passado
 
A Previ, maior fundo de pensão do País, investiu mais de R$ 1 bilhão desde o ano passado para promover um  retrofit  na própria carteira imobiliária: a renovação inclui uma participação maior dos empreendimentos corporativos no investimento em imóveis   que hoje totaliza R$ 5,45 bilhões   e a substituição de prédios antigos por edifícios de escritórios de altíssimo padrão recentemente construídos.
 Até o momento, a maior aposta no segmento foi o EcoBerrini, em São Paulo, comprado no fim do ano passado da Prosperitas Investimentos por R$ 560 milhões.
 Esse tipo de edifício, segundo o diretor de investimentos do fundo, Renê Sanda, garante mais segurança à carteira, pois é locado para poucos inquilinos   geralmente grandes empresas   em contratos de longo prazo, com correção a valor de mercado a cada três anos. No caso do Eco Berrini, todos os 35 andares serão ocupados pela Telefônica.
 Há dois anos, de acordo com Sanda, a proporção de investimentos em shoppings centers e escritórios era a mesma.Hoje,os prédios corporativos são50%da carteira, com os shoppings em segundo lugar, com 35%. O restante está em ativos como hipermercados e o resort Costa do Sauípe, considerado um  mico  em que o fundo apostou.
 No processo de renovação de seus imóveis, a Previ deverá se desafazer dos ativos de valor inferior aR$ 50milhões. As aquisições de edifícios corporativos feitas desde o ano passado tiveram investimento mínimo de R$ 170 milhões. A ideia é reduzir a quantidade de prédios   atualmente, são 37   para facilitar a gestão. Outro passo nessa direção é a priorização de edifícios inteiros, em vez de apenas alguns andares, para aumentar a possibilidade de associação com grandes conglomerados, como é o caso da Telefônica.
 A Previ pretende reformar os prédios que não conseguir vender.
 O fundo já planeja o retrofit de um de seus imóveis no centro do Rio,onde há pouco espaço para a construção de novos prédios.
 Segundo especialistas, a estratégia tem o efeito de aumentar o preço do aluguel quando inclui não apenas obras de construção civil, mas também um redesenho das instalações de internet, telefone e tecnologia.
 Tendência. O movimento da Previ não é isolado.O potencial do mercado de escritórios de alto padrão em São Paulo   que hoje totaliza 2,7 milhões de metros quadrados (m²) disponíveis   também entrou no radar do BTG Pactual,que se associou à WTorre para criar uma companhia com R$ 5,3 bilhões em ativos.
 O foco principal são os edifícios corporativos, entre eles uma fatiado Ventura Towers e o novo edifício da Petrobrás, ambos no Rio, além das duas torres de escritórios do Complexo JK, em São Paulo.
 Segundo a consultoria Jones Lang LaSalle, a mudança na carteira da Previ e a aposta do BTG se justificam pelo preço dos aluguéis corporativos, que variam conforme a classificação dos edifícios.
 Em São Paulo, o aluguel médio em prédios mais antigos, que recebem a classificação  B , custa R$ 54 o m², enquanto um empreendimento de altíssimo padrão cobra R$ 96. Nas áreas mais nobres, como a Faria Lima, a diferença é maior: om² no edifício classe  B  vale R$ 70, enquanto no  AA  custa R$ 153.
 Apesar do crescimento acelerado dos escritórios de alto padrão   nos últimos 15 anos, a oferta cresceu 9% ao ano, em média  , a avaliação de André Rosa, diretor de vendas e investimentos da Jones Lang LaSalle, é de que há muito espaço para expansão.  A área de escritórios em São Paulo representa menos de 10% da oferta em Nova York , diz. Neste ano, aponta a consultoria, a inauguração de edifícios corporativos vai crescer acima da média: serão mais 330 mil m², uma expansão de 12,6%.
"Cbic"

 

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