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12/11/2010

Ministro do Planejamento descarta possibilidade de recriação da CPMF em 2011

CBIC Clipping

12/11/2010 :: Edição 007

Jornal O Estado do Maranhão/MA|  12/11/2010

Ministro do Planejamento descarta possibilidade de recriação da CPMF em 2011

BRASÍLIA – O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, sinalizou ontem, durante o programa de rádio Bom Dia Ministro, que a possibilidade de recriar a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) deve sair da pauta das discussões. "A [presidente eleita] Dilma [Rousseff, do PT] já disse que não vai mandar proposta para o Congresso e, se ninguém falar mais nesse assunto, acho que acabou o assunto", afirmou. Ele disse que o governo não prevê criar impostos.

 Paulo Bernardo salientou que, durante o governo Luiz Inácio Lula da Silva, a arrecadação cresceu porque a economia estava aquecida. "O presidente Lula não criou impostos. Perdemos a CPMF, inclusive cerca de R$ 40 bilhões anuais, e procuramos fazer adequações ao orçamento", argumentou.

 O ministro voltou a fazer analogia do governo com a economia doméstica, dizendo que, se há interesse em fazer despesas, é preciso arrumar dinheiro. "É que nem em casa, não tem mágica", afirmou ele, no programa de rádio produzido e coordenado pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República e transmitido pela NBR TV e via satélite.

 Paulo Bernardo afirmou que Dilma Rousseff terá um início de governo melhor que o de Lula. "Vai ser completamente diferente. Ela já entra com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) organizado", disse ele.

 Cenário – Segundo o ministro, Dilma assumirá o mandato com um cenário econômico melhor que o de 2003, quando Lula tornou-se presidente. Ele lembrou que no primeiro ano do governo Lula, a inflação era superior a 12% e o juro estava em 25% ao ano. "Tivemos, inclusive, de aumentar o juro no comecinho do governo Lula, fazer arrocho enorme no início do governo", afirmou.

 Sobre os critérios de reajuste do Bolsa Família, o ministro afirmou que devem ser definidos no início do próximo ano, quando a presidente eleita assumir o cargo. "Vamos buscar um critério para reajuste, como acontece com aposentadoria e outros, em vez de discutir todo ano", disse.

 O ministro disse que o governo ainda está trabalhando no orçamento de 2011 e que o objetivo é impedir o aumento de gastos. "Estamos interagindo com o Congresso Nacional para evitar que sejam aprovados projetos que signifiquem aumento de gastos, principalmente de grande montante", afirmou.

 Questionado sobre qual seria o próximo reajuste do salário mínimo, o ministro respondeu: "Não temos previsão de aumento no Orçamento". Ele disse que o governo deve persistir em uma política salarial que preserve o poder aquisitivo do trabalhador.

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