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27/05/2014

CONSTRUÇÃOO preço do metro quadrado, de janeiro a abril, caiu cerca de 4,2% em São Paulo

"Cbic"
27/05/2014

DCI Online

CONSTRUÇÃOO preço do metro quadrado, de janeiro a abril, caiu cerca de 4,2% em São Paulo

SÃO PAULO

A redução no número de lançamentos imobiliários este ano, em função da pisada no freio das construtoras, tem elevado a venda dos imóveis usados. Segundo o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP), o avanço foi de cerca de 9,4% nos primeiros meses do ano, apontando que o mercado segue em expansão.

Na mesma linha de crescimento, um estudo da consultoria de imóveis Lello apontou que o incremento de paulistas que estão colocando seus imóveis à venda subiu 15% de janeiro a abril, o que, de acordo com a diretora comercial da Lello, Roseli Hernandes, significa maior poder de negociação para o consumidor interessado em aquisição de imóveis.

"Há um movimento grande de pessoas querendo vender seus imóveis. A variedade de opções é ampla e, por isso, a época é boa para quem deseja comprar e fazer um bom negócio."

Na mesma perspectiva, está o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, que defende que o brasileiro segue confiante na economia e no emprego para fazer investimentos a longo prazo. "São indicativos de que não há – nesse momento – uma onda generalizada de desconfiança quanto ao rumo da economia."

A pesquisa do Creci-SP, apontou ainda que os preços médios dos imóveis usados baixaram 4,2% em janeiro na comparação com dezembro, segundo o índice Crecisp. Na opinião de Viana Neto, o incremento deve continuar, na medida em que os bancos sigam oferecendo financiamento ao comprador. "Havendo financiamento, as pessoas têm um estímulo natural e forte a assumir esse crédito de longo prazo", diz.

Segundo o balanço do Creci-SP, em janeiro, os imóveis vendidos no estado contaram com desconto médio de 8,1% em bairros mais periféricos das cidades, de 6,7% nos bairros centrais e de 8,2% em bairros nobres. "Os imóveis mais vendidos em janeiro foram os de valor médio até R$ 300 mil", disse.

Na imobiliária Sol e Mar, na Baixada Santista, o avanço na venda de imóveis de dois dormitórios foi de 10% este ano. "Nós não trabalhamos com imóveis na planta, apenas imóveis usados. Até o ano passado, o cliente se mostrava mais interessado em imóveis novos, mas com a redução no número de lançamentos em Santos, estamos sentindo maior interesse dos compradores", explicou Rita Fernando Montes, proprietária da imobiliária que hoje soma mais de duas mil opções de imóveis à venda.

De opinião similar partilha o gerente de novos negócios da Imobiliária Jardim Santo André, Rômulo Freitas. Localizada no ABC Paulista, a marca já possui três unidades na região e a perspectiva é de um ano com mercado mais aquecido. "Ano passado nossa maior demanda era para locação. Os preços para aquisição de um imóvel estavam altos, compensando para o comprador partir para um empreendimento na planta, agora, no entanto, já sentimos uma queda no preço, o que fez nesse primeiro trimestre a busca por imóveis crescer mais de 25% nas nossas unidades", diz.

Financiamento

Para manter o ritmo aquecido das compras de imóveis secundários, o superintendente regional da Caixa Econômica Federal (CEF) em São Paulo, Paulo José Galli, afirmou que o banco trabalha para seguir financiando imóveis. Segundo o executivo, A CEF emprestou R$ 135 bilhões em 2013 e a meta para este ano é chegar a R$ 153,3 bilhões. "Em janeiro, 58,23 dos imóveis vendidos no estado foram financiados, sendo 37,95% pela Caixa e 20,28% por outros bancos", diz Viana Neto.

Um estudo da Lello apontou que o financiamento para imóveis usados no País subiu 33% nos últimos quatro anos. Segundo a imobiliária, do total de unidades comercializadas em 2013, 48% foram mediante empréstimos obtidos pelos compradores. Em 2010 esse índice foi de 36%. Em 2011 e 2012, de 41%. "A expansão do crédito aliada à procura aquecida por imóveis prontos para morar indicam crescimento sustentado do setor", diz Roseli.

Fora de São Paulo

A mesma tendência de preços menores para os imóveis secundários aparecem em outros estados. Exemplo disso, o mercado imobiliário no Amazonas e Roraima também vai bem. Segundo o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Amazonas e Roraima (Creci AM/RR), as negociações entre vendas e aluguéis efetivados, até abril, estão 20% maiores na comparação com 2013.

Para o presidente do Creci AM/RR, Pascoal Rodrigues, a tendência do mercado de terceiros é aumentar no decorrer do ano. "A desaceleração do mercado para casas novas está caindo, não só em Manaus", disse.

Para o futuro, o executivo projeta que o setor imobiliário some dois anos em alta em função o poder de compra, crédito e déficit habitacional. "Mesmo com o programa Minha Casa Minha Vida ainda temos uma demanda para suprir", disse ele.



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