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26/11/2014

Crédito imobiliário perde ritmo no país

"Cbic"
26/11/2014

Valor Econômico

Crédito imobiliário perde ritmo no país

Bancos Até outubro concessões com recursos da poupança subiram 5%; no ano, previsão era de alta de 15%

 Por Felipe Marques | De São Paulo 

 Ainda que venha batendo recordes de desembolsos nos últimos meses, o crédito imobiliário vai fechar 2014 com desempenho abaixo da expectativa dos bancos. As concessões com recursos da poupança somam R$ 93,2 bilhões até outubro, avanço de 5,1% em relação ao mesmo período de 2013. Os dados são da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), que esperava avanço de 15% para este ano.

 Os bancos citam uma lista de fatores que explicam a desaceleração. Entre eles, o menor número de dias úteis no ano, graças à Copa do Mundo, combinada com a falta de confiança nos rumos da economia. Isso diminuiu a disposição para tomar dívidas de longo prazo e o apetite das construtoras por novos empreendimentos. Há questões mais estruturais também, como uma base de comparação cada vez maior e a redução da demanda reprimida que havia por imóveis no país.

 "Junho e julho foram meses bem fracos, mas houve uma recuperação no último trimestre", afirma o vice-presidente de habitação da Caixa Econômica Federal, José Urbano Duarte. O executivo espera que o crescimento do mercado chegue perto de 10% até o fim do ano e repita esse ritmo em 2015. "Em 2014 e 2015, o mercado de crédito imobiliário atingiu o que deve ser sua velocidade de cruzeiro", diz, lembrando que parte da demanda reprimida por financiamento habitacional já foi atendida nos últimos anos.

 Apenas a Caixa deve desembolsar algo em torno de R$ 140 bilhões neste ano em crédito imobiliário, uma alta de 10% em comparação a 2013. A cifra inclui os financiamentos com recursos da poupança e do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Vale lembrar que os dados da Abecip não contemplam as operações que usam o FGTS como "funding", como o MCMV. Mesmo a Caixa, contudo, esperava que o crescimento da modalidade no banco neste ano ficasse entre 10% a 20%.

 Luiz França, diretor de crédito imobiliário do Itaú Unibanco, afirma que houve uma mudança de patamar do crédito imobiliário em 2014. "Os imóveis lançados continuam vendendo, mas o que muda é a velocidade das vendas." Para ele, taxas de crescimento como as que a modalidade apresentou em 2009 e 2010, na casa dos 40%, não vão se repetir no país. "A taxa de crescimento atual ainda é importante, especialmente considerando outras carteiras de crédito."

 "O cenário econômico influenciou a modalidade neste ano", afirma José Ramos Rocha Neto, diretor de empréstimos e financiamentos do Bradesco. Para ele, porém, essa influência é mais forte nos financiamentos às construtoras e para compra de imóveis usados. Nos imóveis novos, o efeito é reduzido, uma vez que o cliente passa a ser do banco só na entrega das chaves, quando já pagou cerca de 30% do imóvel.

 O grau de desaceleração do crédito imobiliário foi mais intenso em empréstimos para construtoras do que para pessoas físicas. "O setor de construção civil traduz a economia. O número de lançamentos de imóveis diminuiu, e as construtoras passaram a se preocupar mais em fazer a gestão de estoques do que em lançar novos empreendimentos", afirma Gilberto Abreu, diretor de negócios imobiliários do Santander.

 No acumulado de 2014 até outubro, os desembolsos de empréstimos para a construção de imóveis somaram R$ 25,8 bilhões, queda de 0,3% ante igual período de 2013. Apenas em outubro, foram desembolsados R$ 2,57 bilhões, uma queda de 10,2% na comparação com outubro do ano passado. Na contramão, foram desembolsados R$ 67,4 bilhões para aquisição de imóveis novos e usados, alta de 7,3% na comparação com igual período de 2013. Somente em outubro, foram R$ 7,6 bilhões concedidos, cifra 16% maior que a do ano passado.

 "O desempenho do quarto trimestre é melhor, mas não recupera o ano", afirma Bruno Gama, diretor geral da CrediPronto, joint-venture entre Itaú Unibanco e a imobiliária Lopes. Segundo ele, a demanda por crédito imobiliário ainda existe, mas foi adiada. "Neste ano, o número de transações fechadas caiu, mas o número de propostas foi similar. A demanda foi apenas postergada", diz.

 Ainda que em nova escala, é consenso entre os bancos que há espaço para avanço do crédito imobiliário entre pessoas físicas. "Nos próximos dez anos, há uma demanda demográfica que vai aquecer o mercado independentemente do cenário econômico", afirma Abreu.

 Leia mais em  Crédito imobiliário fica mais caro em 2014 

 


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