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13/09/2011

Construtores locais reivindicam obras

"Cbic"
13/09/2011 :: Edição 176

 

Jornal do Commercio PE/PE 13/09/2011
 

Construtores locais reivindicam obras

Os empresários da construção civil de Pernambuco cobram do governo do Estado uma maior participação nas obras públicas de grande porte bancadas pelo executivo estadual. Segundo o setor, caso o governo não lance licitações divididas em pequenos lotes, as empresas de capital local ficarão de fora das grandes obras que vão ser lançadas, a exemplo da Adutora do Agreste e dos projetos do Programa Estadual de Mobilidade Urbana (Promob). Dentre outras construções, o programa prevê quatro viadutos sobre a Avenida Agamenon Magalhães, num custo estimado de R$ 180 milhões.
 De acordo com o diretor de Obras Públicas do Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon-PE), Luciano Barreto, todas as empresas de engenharia pernambucanas especializadas em obras públicas são de médio ou pequeno porte.
 O que limita a participação numa concorrência é o capital da empresa, que tem de ser no mínimo 10% do valor da obra, e também as marcas técnicas , explica. As marcas técnicas exigidas num edital levam em conta a experiência de uma empresa num determinado trabalho. Um exemplo seria a quantidade mínima de concreto implantada pelo grupo concorrente.
 No caso da Adutora do Agreste, denominado o maior projeto de recursos hídricos da história da Compesa, a obra foi repartida em quatro etapas, mas, para se ter uma ideia, apenas as duas primeiras terão recursos de mais de R$ 1,3 bilhão.  Do jeito que está, nenhuma empresa de Pernambuco terá chances , comenta o dirigente.
 As duas etapas do projeto contemplarão 24 municípios, incluindo adutoras, estações de tratamento e outras obras. A ideia dos empresários é dividir as partes das adutoras de um município para o outro e separá-las de outras licitações das estações de tratamento de água e assim por diante.
 Não queremos inibir a participação das grandes empresas. Mas queremos ter uma chance de competir e, dessa forma, pegar as maiores obras para ganhar tecnologia e know-how. Além disso, as empresas menores têm um custo de administrativo menor, o que garantiria uma economicidade nos projetos públicos , defende.
 Das 10 maiores construções em andamento no Estado, nenhuma delas é capitaneada por uma empresa pernambucana , reclamou o presidente do Sinduscon, Gustavo de Miranda.
 A reivindicação dos empresários pernambucanos foi feita ontem durante um almoço do setor com o secretário das Cidades, Danilo Cabral, que prometeu criar um grupo de trabalho para discutir as demandas do segmento em reuniões mensais.  O governo está sensível a esta questão , ressaltou o empresário.
"Cbic"

 

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