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07/07/2011

Construtor empregará presidiário

"Cbic"
07/07/2011 :: Edição  132

Jornal do Commercio PE/PE 07/07/2011

Construtor empregará presidiário

As empresas de construção civil de Pernambuco vão passar a contratar pessoas egressas do sistema prisional do Estado. Segundo o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-PE), Alexandre Mirinda, apesar de o setor necessitar de operários, a iniciativa tem um caráter mais humanitário do que necessariamente comercial.
 Nosso posicionamento principal é o de ajudar a sociedade e o governo. Ficamos preocupados com esse novo Código de Processo Penal que quer resolver o problema dos presídios soltando os detentos , comentou Mirinda.
 Para chegar ao objetivo o setor vai assinar com o Ministério Público de Pernambuco e a Secretaria de Ressocialização um protocolo de intenção que definirá como essas contratações ocorrerão. Apesar de a iniciativa de contratar detentos em regime semi-aberto e aberto do sistema prisional ter sido da Ademi, os empresários também têm os seus receios com relação a isso.
 Quando se fala em reeducando é uma coisa muito teórica, pois na prisão eles aprendem coisas ruins. Por isso, o ideal seria pegar pessoas que estão a menos tempo no sistema , comentou o vice-presidente da Ademi, Félix Cantalício. Outro diretor da Ademi, Avelar Loureiro destaca que será necessário o Estado entrar em parceria com o Senai para capacitar os presidiários que têm interesse em trabalhar no setor da construção civil.  A parte teórica poderia ser feita dentro das prisões , comentou. Mirinda lembra que essa iniciativa poderia ser tomada logo agora.  Seria ideal, pois estamos nos meses de chuva e nesta época não contratamos e, por isso, eles já poderiam estar sendo capacitados , comentou.
 Segundo ele, a indústria imobiliária local teria capacidade de empregar 2 mil detentos. Hoje o sistema prisional do Estado tem mais de 4 mil homens dentro dos regimes aberto e semi-aberto. Atualmente 640 detentos trabalham em 22 empresas pernambucanas. Para o empresário há vantagens na contratação de mão de obra egressa do sistema prisional.
 A principal delas é que o vínculo não é empregatício, o que evita enca rgos sociais, e o valor pago pode ser de 75% do salário mínimo, que é depositado em poupança liberada depois que é cumprida a pena. Para o detento, além da vantagem de se reintegrar à sociedade pela porta da frente, ele reduz a pena numa escala de um dia a menos na prisão para cada três dias de trabalho.

 


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