AGÊNCIA CBIC
Presidente da CBIC acompanha no Senado discussão sobre redução da jornada de trabalho
O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Eduardo Aroeira Almeida, esteve no Senado Federal na manhã desta quarta-feira (2) para acompanhar as discussões na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) sobre a proposta que trata do fim da escala 6×1 e da redução da jornada semanal de trabalho.
Eduardo explica que a CBIC considera legítimo o debate sobre a redução da jornada, mas defende que uma mudança dessa dimensão seja conduzida com amplo diálogo e embasamento técnico, considerando seus efeitos sobre o emprego, os custos, os investimentos e a execução de obras públicas e privadas, bem como as particularidades de cada atividade econômica.
Durante a passagem pelo Senado, Aroeira conversou com o senador Izalci Lucas (PL-DF) sobre a tramitação da proposta e os possíveis impactos das mudanças para os diferentes setores da economia.“Tivemos a oportunidade de acompanhar de perto os trabalhos da CCJ e as discussões sobre a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. É um tema relevante, que precisa ser analisado com responsabilidade, considerando seus efeitos sobre trabalhadores, empresas, emprego e produtividade”, afirmou o presidente da CBIC.
Segundo Aroeira, a conversa com o senador reforçou a percepção de que o tema ainda deverá demandar amplo debate no Congresso Nacional. “Conversei com o senador Izalci Lucas, que destacou a complexidade da discussão e a necessidade de aprofundamento do tema. Uma mudança dessa dimensão exige tempo, diálogo e, principalmente, estudos técnicos que permitam avaliar seus impactos. A CBIC tem se colocado à disposição do governo, da Câmara e do Senado para contribuir tecnicamente com esse debate”, destacou.
Eduardo aproveitou ainda a ida ao Senado para reforçar que a CBIC continuará acompanhando a tramitação e contribuindo para que o Congresso tenha o máximo de informações possível para uma decisão equilibrada, que considere tanto os avanços para os trabalhadores quanto a preservação dos empregos.























































































