AGÊNCIA CBIC
Indústria da Construção debate Concessões e PPPs em Belém
Empresários da região Norte reuniram-se na cidade de Belém, capital do Pará, para avaliar o potencial dos projetos de concessão e parcerias público-privadas para a construção. Em debate, os projetos que devem ser lançados pelo governo federal, a modelagem mais adequada para garantir mais concorrência e transparência às licitações e ações de capacitação para que as empresas do setor preparem-se para entrar nos certames. O Seminário Regional Norte Concessões e Parcerias – Novas Oportunidades de Negócios reuniu mais 200 pessoas no auditório da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), entre eles gestores públicos, empresários, potenciais investidores, consultores e especialistas. “Nós apostamos nas concessões e PPPs como caminho natural para a retomada do crescimento e nova oportunidade de negócios para as empresas do setor”, afirmou José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).
O evento foi promovido pela entidade em parceria com o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e realizado pelo Sinduscon-PA, com o patrocínio do governo do Estado, do Crea (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) e apoio de vários outros órgãos e entidades. A programação cumprida no Pará incluiu palestras e mesas-redondas, apresentação de projetos e propostas do governo do Estado. O seminário também foi palco do lançamento do “Guia para as Concessões e Parcerias Público-Privadas”, desenvolvido pelo escritório paranaense VG&P (Vernalha Guimarães e Pereira Advogados), especializado em concessões e PPPs, juntamente com a CBIC.
A construção civil tem proporcionado um debate aprofundado sobre esse modelo de investimento, apontado como estratégico para o futuro do setor. Para os empresários, o contingenciamento continuado do Orçamento da União, combinado com o cenário de forte deterioração da economia, exige a busca de outras oportunidades de negócios. Nesse contexto, as concessões e as PPPs têm sido apontadas como segmento relevante para a recuperação da atividade da construção civil. Deflagrado em setembro de 2015, o ciclo de seminários regionais tem percorrido todas as regiões do Brasil e já passou por Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Vitória e Rio de Janeiro.























































































