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22/01/2019

Estudo avalia impacto do Minha Casa Minha Vida nas regiões metropolitanas

Casas
Pesquisa aponta que o programa contribuiu para a expansão das metrópoles. Foto: Bruno Peres/Fotos Públicas

O Instituto Escolhas, o Centro de Política e Economia do Setor Público da Fundação Getulio Vargas (FGV CEPESP) e a Folha de S. Paulo lançaram hoje o estudo ‘Morar Longe: o Programa Minha Casa Minha Vida e a expansão das Regiões Metropolitanas’.

Entre outras conclusões, a pesquisa aponta que o Minha Casa Minha Vida (MCMV) contribuiu para a expansão das metrópoles, mas levando unidades habitacionais para locais distantes dos centros urbanos e carentes de serviços públicos.

Com base nos dados do trabalho, os participantes do encontro discutiram, em duas mesas, o impacto do MCMV nas regiões metropolitanas, a contribuição das políticas públicas para o adensamento das cidades e a melhoria da qualidade de vida dos beneficiários.

Lançado em 2009, o Minha Casa Minha Vida construiu, em sete anos, 4,4 milhões de unidades habitacionais, com investimentos de cerca de US$ 100 bilhões (quase R$ 400 bi). Foram beneficiadas aproximadamente 20 milhões de pessoas.

A apresentação dos resultados aconteceu durante o Seminário Moradia e Expansão das Metrópoles Brasileiras, que contou com a presença de economistas, urbanistas e pesquisadores especialistas do tema. O evento foi transmitido pela FGV.

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