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11/11/2019

‘Academia Ademi-PR’ divulga agenda de cursos para o setor da construção

Com o objetivo de ofertar novos insights e incentivar a inovação, bem como aproximar e integrar a universidade com as empresas, a ‘Academia Ademi-PR’ lançou sua agenda de cursos para o mês de novembro. O projeto da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR) visa educar e informar os profissionais do mercado imobiliário, incentivar a inovação e aproximar universidades e empresas. Veja a relação de cursos.

“Além de ter um viés social, proporcionando a participação dos estudantes para todos os cursos e treinamentos, o projeto também prevê a realização de eventos com startups relacionadas ao mercado imobiliário”, destaca o presidente da ‘Academia Ademi-PR’, Eduardo Quiza.

“Nossa pretensão é tornar a Ademi-PR um canal de referência, de inteligência sobre o mercado imobiliário. Queremos que as empresas e os profissionais do setor procurem a nossa entidade para obter informações e qualificação. No médio prazo, pretendemos distribuir conteúdo via EAD [Ensino a Distância]”, ressalta o presidente da Ademi-PR, Leonardo Pissetti.

Nos dias 12 e 13 de novembro, a coordenadora de compliance do EBANX, Adriana Gluck Camargo, vai falar sobre o impacto da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) nos negócios. Em agosto de 2020, a Lei nº 13.709/2018 entra em vigor, e com ela, inicia-se uma nova abordagem em relação aos dados coletados, armazenados e tratados.

Adriana vai abordar os fundamentos e campo de aplicação, princípios e direitos dos titulares, responsabilidades dos agentes, sanções e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, com abordagem prática. O EBANX é uma fintech de pagamento e, recentemente, tornou-se o primeiro unicórnio do Sul do país, avaliado em US$ 1 bilhão. As inscrições podem ser feitas em: https://bit.ly/2Nlhvuy

Nos dias 27 e 28 de novembro, o arquiteto e urbanista Ricardo Tempel Mesquita, ministrará o curso básico de capacitação e oficina em acessibilidade e desenho universal. O objetivo é fornecer acervo teórico e prático para profissionais que pretendam tornar as cidades e seus espaços construídos acessíveis à diversidade humana. As inscrições podem ser feitas em: https://bit.ly/2JWaONA

A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI-13.146/2015 também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência) e o Decreto Federal 5296/04, estabelecem os critérios mínimos de adequação de acessibilidade exigidos pelas Leis 10.098 e 10.048/00, dentro dos parâmetros da NBR-9050, assim como fixam os prazos para que as adequações sejam realizadas e as penalidades decorrentes do não cumprimento.

“Contemplamos diariamente obras sendo executadas e entregues ao público sem as devidas adequações e que resultam posteriormente em obras dispendiosas para adaptação, tanto no aspecto das construções, quanto em equipamentos que, se tivessem sido pensados anteriormente, estariam naturalmente incorporados às construções sem nenhum custo adicional”, argumenta Mesquita.

O arquiteto diz ainda que os custos com acessibilidade, quando incorporados ao planejamento, são irrisórios, 0,5 a 3% em casas, 1% em edifícios, 0,11% em centros comerciais, ao passo que, se tiverem que ser adequados posteriormente, podem ultrapassar em 20% o custo global da edificação. Segundo Mesquita, em Blumenau (SC), a associação comercial registrou aumento de 40% na demanda do comércio após as intervenções urbanísticas que tornaram o centro comercial acessível.

 

 

(Imagem: Sympla)

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