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Agencia CBIC

08/05/2015

Poupança registra saque recorde de R$ 29 bi no ano

Valor é o maior desde 1995. Em abril, retiradas superaram depósitos em R$ 5,85 bilhões

Com desemprego em alta, orçamento mais apertado por causa da inflação e juros mais caros, as famílias brasileiras sacaram R$ 5,85 bilhões a mais do que depositaram na caderneta de poupança no mês passado. Segundo dados do Banco Central (BC), é o pior resultado para meses de abril e o terceiro pior resultado da série histórica, iniciada em 1995. No ano, as saídas líquidas chegam a nada menos que R$ 29,1 bilhões, também as maiores em 20 anos.

A perda de recursos da poupança é apontada por especialistas como um dos motivos que levou os bancos públicos a restringirem as regras para concessão de financiamento imobiliário. Este ano, a Caixa já subiu os juros do crédito habitacional em duas ocasiões. Além disso, passou a financiar no máximo 50% do valor do imóvel. Na quarta-feira, foi a vez de o Banco do Brasil elevar suas taxas. A caderneta é a fonte de recursos que financia os empréstimos habitacionais.

As expectativas dos analistas eram que 2015 seria ruim para a aplicação mais popular do país, porque as apostas já eram de juros e inflação em alta.

APERTO NO ORÇAMENTO

Com o nível de retomo atual, de 6%, mais TR (Taxa Referencial), a caderneta de poupança não protege o dinheiro do brasileiro contra a inflação, que acumula alta de 8,13% nos últimos 12 meses. Além disso, os juros altos afugentam os investidores porque estimulam os poupadores a migrarem para fundos de investimento – que pagam um retomo maior quando o BC eleva a taxa básica (Selic).

– Quem tem dinheiro saca para ir para aplicações mais rentáveis. Outro motivo é a renda afetada das famílias que resgatam a poupança para arcar com compromissos. Nos meses seguintes, vai ser a mesma coisa – afirmou o vice-presidente da Associação dos Executivos de Finanças (Anefac), Miguel Oliveira.

Atualmente, os brasileiros guardam R$ 648,3 bilhões na aplicação. No fim do ano passado, havia R$ 662,7 bilhões na caderneta de poupança.

A queda na captação da poupança não corresponde exatamente ao valor dos saques líquidos porque os bancos pagam rendimentos que fazem aumentar o saldo. Em abril, as instituições depositaram R$ 3,9 bilhões nessas contas./ O Globo

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